De longe dá para ver Monte Belo do Sul. Atravessando o Vale dos Vinhedos, ainda em Bento Gonçalves, já é possível avistar o pequeno município.

No alto, um par de torres com 65 metros de altura, da igreja, se encarrega de sinalizar ao forasteiro que a cidade está próxima. As torres imponentes e todo o prédio da Igreja São Francisco de Assis, construída na década de 60, destoam das casas modestas, que nunca passam de dois andares.

As estradas que levam ao interior do município passam por dezenas de capitéis invariavelmente enfeitados com flores frescas e por capelas bem cuidadas.

Quem olhar atentamente pode perceber no altar dessas igrejinhas alguma estátua de madeira, quase oculta entre imagens de gesso. São obras de artistas anônimos, possivelmente agricultores que aproveitavam as horas de descanso para manifestar a fé e o talento dos imigrantes.

Além das capelas e dos capitéis, a zona rural de Monte Belo reserva mais: a cultura dos camponeses ainda sobrevive em velhas máquinas de plantar milho, nos largos chapéus de palha e nos cestos de vime que desfilam sob os parreirais quando é época de colheita.


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